Em visita ao Brasil, o famoso sociólogo italiano Domenico De Masi proferiu palestra no Grupo Uniasselvi sobre a escola do futuro, e vamos reproduzir algumas pérolas que destacamos do informativo Balestra editado pela instituição educacional.
Ele mencionou aspectos da sociedade pós-industrial que, segundo seu pensamento, estão previstos para acontecer até o ano de 2020: longevidade - as pessoas viverão bem até os 100 anos, os cegos poderão enxergar por meio de dispositivos, os automóveis serão híbridos, ecologicamente corretos, um chip de computador terá a mesma capacidade do cérebro humano, os computadores serão mais potentes que os atuais; as biotecnologias e o curso de Engenharia Genética serão os mais procurados; as pessoas serão trabalhadoras integrais, impulsionadas pela motivação; será enfatizada a farmacologia, onde os sentimentos das pessoas poderão ser modificados ou inibidos; serão bem-sucedidas somente as pessoas honestas; a estética será o principal fator competitivo. A partir dessas características, a escola deverá mudar para conseguir acompanhar a sociedade, enfatizou o sociólogo e pensador, que costuma afirmar: 'O que há de específico no trabalho do professor é que seu compromisso é estudar, aprender, ensinar e viver.'
segunda-feira, 21 de março de 2011
domingo, 13 de março de 2011
MERCADO - SEGMENTOS E NICHOS
Artigo de Paulo Angelim em 2008, já preconizava o fim do mercado e público de massa no setor imobiliário, que adotara inovadora estratégia de segmentação de clientes. A bola da vez era os nichos, que se apresentaram como principal fator de mudança no segmento, focando exclusivamente as necessidades prementes do cliente.
Mas, com o advento do programa habitacional popular instituído pelo governo, o mercado imobiliário tornou-se a mola mestra de desenvolvimento, causando um grande impacto na elevação do PIB em 2010 ( 7,5%), alçando o país a 7ª potência mundial economicamente. Então, o Minha Casa, Minha Vida evita a falência do mercado, não obstante os equívocos que podem ser evitados com a nova etapa do programa.
Voltando a segmentação, quais os nichos que poderiam ser explorados em nossa city? Em matéria de moradia, estamos vendo a chegada dos lofts, e porque não futuramente as "Town-houses", casas copiadas dos bairros centrais de Manhattan. E quando o assunto é comercial, a cidade exige um novo shopping com um pouco de requinte.
Expectativa aumenta.
Mas, com o advento do programa habitacional popular instituído pelo governo, o mercado imobiliário tornou-se a mola mestra de desenvolvimento, causando um grande impacto na elevação do PIB em 2010 ( 7,5%), alçando o país a 7ª potência mundial economicamente. Então, o Minha Casa, Minha Vida evita a falência do mercado, não obstante os equívocos que podem ser evitados com a nova etapa do programa.
Voltando a segmentação, quais os nichos que poderiam ser explorados em nossa city? Em matéria de moradia, estamos vendo a chegada dos lofts, e porque não futuramente as "Town-houses", casas copiadas dos bairros centrais de Manhattan. E quando o assunto é comercial, a cidade exige um novo shopping com um pouco de requinte.
Expectativa aumenta.
terça-feira, 1 de março de 2011
DÉFICIT DE MORADIA NO BRASIL CONTESTADO
Em evento sobre habitação digna que acontece em São Paulo na PUC (Pontifícia Universidade Católica), a investigadora especial da ONU e professora/ urbanista da FAU-USP Raquel Rolnik, sugeriu indiretamente a possibilidade de solucionar o déficit habitacional do país.
Com 5 milhões de unidades residenciais desocupadas e o déficit de 6 milhões, ela questiona a opção de construção de casas, onde o alvo é a classe baixa, que na verdade não pode se dar ao luxo de morar distante das regiões mais desenvolvidas.
Em momento oportuno, a 3ª Jornada da Moradia Digna tem como tema "O Impacto dos Megaprojetos e as Violações do Direito à Cidade", e a maioria da platéia é formada de líderes comunitários de baixa renda e de outros movimentos sociais, além de outros formadores de opinião.
Como o governo está tirando R$ 50 bi da nossa economia, não seria este o momento de reavaliar a 2ª Etapa do Programa Minha Casa, Minha Vida, buscando priorizar imóveis públicos subutilizados para viabilizar as residências populares?
Ainda bem que nós temos uma brasileira especializada no tema, reconhecida internacionalmente, e que infelizmente o seu próprio país procura protelar suas informações merecedoras de crédito.
Com 5 milhões de unidades residenciais desocupadas e o déficit de 6 milhões, ela questiona a opção de construção de casas, onde o alvo é a classe baixa, que na verdade não pode se dar ao luxo de morar distante das regiões mais desenvolvidas.
Em momento oportuno, a 3ª Jornada da Moradia Digna tem como tema "O Impacto dos Megaprojetos e as Violações do Direito à Cidade", e a maioria da platéia é formada de líderes comunitários de baixa renda e de outros movimentos sociais, além de outros formadores de opinião.
Como o governo está tirando R$ 50 bi da nossa economia, não seria este o momento de reavaliar a 2ª Etapa do Programa Minha Casa, Minha Vida, buscando priorizar imóveis públicos subutilizados para viabilizar as residências populares?
Ainda bem que nós temos uma brasileira especializada no tema, reconhecida internacionalmente, e que infelizmente o seu próprio país procura protelar suas informações merecedoras de crédito.
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