terça-feira, 1 de março de 2011

DÉFICIT DE MORADIA NO BRASIL CONTESTADO

    Em evento sobre habitação digna que acontece em São Paulo na PUC (Pontifícia Universidade Católica), a investigadora especial da ONU e professora/ urbanista da FAU-USP Raquel Rolnik, sugeriu indiretamente a possibilidade de solucionar o déficit habitacional do país.
    Com 5 milhões de unidades residenciais desocupadas e o déficit de 6 milhões, ela questiona a opção de construção de casas, onde o alvo é a classe baixa, que na verdade não pode se dar ao luxo de morar distante das regiões mais desenvolvidas.
     Em momento oportuno, a 3ª  Jornada da Moradia Digna tem como tema "O Impacto dos Megaprojetos e as Violações do Direito à Cidade", e a maioria da platéia é formada de líderes comunitários de baixa renda e de outros movimentos sociais, além de outros formadores de opinião.
    Como o governo está tirando R$ 50 bi da nossa economia, não seria este o momento de reavaliar a 2ª Etapa do Programa Minha Casa, Minha Vida, buscando priorizar imóveis públicos subutilizados  para viabilizar as residências populares?
    Ainda bem que nós temos uma brasileira especializada no tema, reconhecida internacionalmente, e que infelizmente o seu próprio país procura protelar suas informações merecedoras de crédito.

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