sábado, 22 de outubro de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
DOMENICO DE MASI: PARA REFLETIR
Em visita ao Brasil, o famoso sociólogo italiano Domenico De Masi proferiu palestra no Grupo Uniasselvi sobre a escola do futuro, e vamos reproduzir algumas pérolas que destacamos do informativo Balestra editado pela instituição educacional.
Ele mencionou aspectos da sociedade pós-industrial que, segundo seu pensamento, estão previstos para acontecer até o ano de 2020: longevidade - as pessoas viverão bem até os 100 anos, os cegos poderão enxergar por meio de dispositivos, os automóveis serão híbridos, ecologicamente corretos, um chip de computador terá a mesma capacidade do cérebro humano, os computadores serão mais potentes que os atuais; as biotecnologias e o curso de Engenharia Genética serão os mais procurados; as pessoas serão trabalhadoras integrais, impulsionadas pela motivação; será enfatizada a farmacologia, onde os sentimentos das pessoas poderão ser modificados ou inibidos; serão bem-sucedidas somente as pessoas honestas; a estética será o principal fator competitivo. A partir dessas características, a escola deverá mudar para conseguir acompanhar a sociedade, enfatizou o sociólogo e pensador, que costuma afirmar: 'O que há de específico no trabalho do professor é que seu compromisso é estudar, aprender, ensinar e viver.'
Ele mencionou aspectos da sociedade pós-industrial que, segundo seu pensamento, estão previstos para acontecer até o ano de 2020: longevidade - as pessoas viverão bem até os 100 anos, os cegos poderão enxergar por meio de dispositivos, os automóveis serão híbridos, ecologicamente corretos, um chip de computador terá a mesma capacidade do cérebro humano, os computadores serão mais potentes que os atuais; as biotecnologias e o curso de Engenharia Genética serão os mais procurados; as pessoas serão trabalhadoras integrais, impulsionadas pela motivação; será enfatizada a farmacologia, onde os sentimentos das pessoas poderão ser modificados ou inibidos; serão bem-sucedidas somente as pessoas honestas; a estética será o principal fator competitivo. A partir dessas características, a escola deverá mudar para conseguir acompanhar a sociedade, enfatizou o sociólogo e pensador, que costuma afirmar: 'O que há de específico no trabalho do professor é que seu compromisso é estudar, aprender, ensinar e viver.'
domingo, 13 de março de 2011
MERCADO - SEGMENTOS E NICHOS
Artigo de Paulo Angelim em 2008, já preconizava o fim do mercado e público de massa no setor imobiliário, que adotara inovadora estratégia de segmentação de clientes. A bola da vez era os nichos, que se apresentaram como principal fator de mudança no segmento, focando exclusivamente as necessidades prementes do cliente.
Mas, com o advento do programa habitacional popular instituído pelo governo, o mercado imobiliário tornou-se a mola mestra de desenvolvimento, causando um grande impacto na elevação do PIB em 2010 ( 7,5%), alçando o país a 7ª potência mundial economicamente. Então, o Minha Casa, Minha Vida evita a falência do mercado, não obstante os equívocos que podem ser evitados com a nova etapa do programa.
Voltando a segmentação, quais os nichos que poderiam ser explorados em nossa city? Em matéria de moradia, estamos vendo a chegada dos lofts, e porque não futuramente as "Town-houses", casas copiadas dos bairros centrais de Manhattan. E quando o assunto é comercial, a cidade exige um novo shopping com um pouco de requinte.
Expectativa aumenta.
Mas, com o advento do programa habitacional popular instituído pelo governo, o mercado imobiliário tornou-se a mola mestra de desenvolvimento, causando um grande impacto na elevação do PIB em 2010 ( 7,5%), alçando o país a 7ª potência mundial economicamente. Então, o Minha Casa, Minha Vida evita a falência do mercado, não obstante os equívocos que podem ser evitados com a nova etapa do programa.
Voltando a segmentação, quais os nichos que poderiam ser explorados em nossa city? Em matéria de moradia, estamos vendo a chegada dos lofts, e porque não futuramente as "Town-houses", casas copiadas dos bairros centrais de Manhattan. E quando o assunto é comercial, a cidade exige um novo shopping com um pouco de requinte.
Expectativa aumenta.
terça-feira, 1 de março de 2011
DÉFICIT DE MORADIA NO BRASIL CONTESTADO
Em evento sobre habitação digna que acontece em São Paulo na PUC (Pontifícia Universidade Católica), a investigadora especial da ONU e professora/ urbanista da FAU-USP Raquel Rolnik, sugeriu indiretamente a possibilidade de solucionar o déficit habitacional do país.
Com 5 milhões de unidades residenciais desocupadas e o déficit de 6 milhões, ela questiona a opção de construção de casas, onde o alvo é a classe baixa, que na verdade não pode se dar ao luxo de morar distante das regiões mais desenvolvidas.
Em momento oportuno, a 3ª Jornada da Moradia Digna tem como tema "O Impacto dos Megaprojetos e as Violações do Direito à Cidade", e a maioria da platéia é formada de líderes comunitários de baixa renda e de outros movimentos sociais, além de outros formadores de opinião.
Como o governo está tirando R$ 50 bi da nossa economia, não seria este o momento de reavaliar a 2ª Etapa do Programa Minha Casa, Minha Vida, buscando priorizar imóveis públicos subutilizados para viabilizar as residências populares?
Ainda bem que nós temos uma brasileira especializada no tema, reconhecida internacionalmente, e que infelizmente o seu próprio país procura protelar suas informações merecedoras de crédito.
Com 5 milhões de unidades residenciais desocupadas e o déficit de 6 milhões, ela questiona a opção de construção de casas, onde o alvo é a classe baixa, que na verdade não pode se dar ao luxo de morar distante das regiões mais desenvolvidas.
Em momento oportuno, a 3ª Jornada da Moradia Digna tem como tema "O Impacto dos Megaprojetos e as Violações do Direito à Cidade", e a maioria da platéia é formada de líderes comunitários de baixa renda e de outros movimentos sociais, além de outros formadores de opinião.
Como o governo está tirando R$ 50 bi da nossa economia, não seria este o momento de reavaliar a 2ª Etapa do Programa Minha Casa, Minha Vida, buscando priorizar imóveis públicos subutilizados para viabilizar as residências populares?
Ainda bem que nós temos uma brasileira especializada no tema, reconhecida internacionalmente, e que infelizmente o seu próprio país procura protelar suas informações merecedoras de crédito.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
A BOLHA AMERICANA QUE NOS PERSEGUEM
O Brasil começa a vivenciar em sua economia momentos conturbados, e o mercado imobiliário um dos setores que alavancaram o crescimento do PIB no governo Lula, pode sofrer influências negativas, inclusive afetando o Programa Habitacional Minha Casa Minha Vida.
Então, o texto abaixo foi reproduzido da Folha Online, acessado em 16/08/2007, e disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u320606.shtml>. Seu conteúdo é justamente sobre a crise americana ocorrida no segmento de imóveis, que levou de roldão grandes corporações econômico-financeiras, e que pode servir de parâmetro para nossas plagas.
Entenda a crise com o mercado imobiliário nos EUA
Os mercados ao redor do mundo estão preocupados com o setor imobiliário nos Estados Unidos, que atravessou um boom nos últimos anos. O medo principal é sobre a oferta de crédito disponível, já que, há algumas semanas, foi detectada uma alta inadimplência e que, por consequência, podem oferecer menos garantia de pagamento, é o chamado crédito "subprime" (de segunda linha).
Justamente por causa do alto volume de dinheiro disponível ultimamente, o "subprime" foi um setor que ganhou força e cresceu muito. A atual crise, assim, é proporcional à sua expansão.
Como os empréstimos "subprime" embutem maior risco, eles têm juros maiores, o que os torna mais atrativos para gestores de fundos e bancos em busca de retornos melhores. Estes gestores, assim, ao comprar tais títulos das instituições que fizeram o primeiro empréstimo, permitem que um novo montante de dinheiro seja novamente emprestado, antes mesmo do primeiro empréstimo ser pago.
Também interessado em lucrar, um segundo gestor pode comprar o título adquirido pelo primeiro, e assim por diante, gerando uma cadeia de venda de títulos.
Porém, se a ponta (o tomador) não consegue pagar sua dívida inicial, ele dá início a um ciclo de não recebimento por parte dos compradores dos títulos. O resultado: todo o mercado passa a ter medo de emprestar e comprar os "subprime", o que termina por gerar uma crise de liquidez (retração de crédito).
No mundo da globalização financeira, créditos gerados nos EUA podem ser convertidos em ativos que vão render juros para investidores na Europa e outras partes do mundo, por isso o pessimismo influencia os mercados globais.
O estopim para a tensão mundial foi justamente uma notícia vinda da Europa, de que o Banco Francês BNP Paribas, um dos principais da região, havia congelado o saque de três de seus fundos de investimentos que tinha recursos aplicados em créditos gerados a partir de operações hipotecárias nos EUA. A instituição alegou dificuldades em contabilizar as reais perdas desses fundos.
O mercado já monitorava há meses os problemas com esses créditos imobiliários. Quando a inadimplência dessas operações superou as expectativas, empresa após empresa nos EUA relataram problemas de caixa.
Os investidores, então, começaram a ficar preocupados com o tamanho do prejuízo. Principalmente porque ninguém sabe, até hoje, quanto os bancos e fundos de investimento têm aplicados nesses créditos de alto risco. E o caso do Paribas sinalizou que esses problemas e medos haviam atravessado as fronteiras.
Esse desconhecimento geral começou a provocar o que se chama de crise de liquidez (retração do crédito) no sistema financeiro. Num mundo de incertezas, o dinheiro para de circular. Quem possui recursos sobrando não empresta, quem precisa de dinheiro para cobrir falta de caixa não encontra quem forneça.
Para socorrer os mercados financeiros e garantir que eles tivessem dinheiro para emprestar, os principais bancos centrais do planeta, o BCE (Banco Central Europeu), o Federal Reserve (Fed, o BC americano) e o Banco do Japão, além de entidades da Austrália, Canadá e Rússia, intervieram e liberaram bilhões de dólares em recursos aos bancos. O medo é que com menos crédito disponível, caia o consumo e diminua o crescimento das economias.
Como a crise americana provoca aversão ao risco, os investidores em ações preferem sair das Bolsas, sujeitas a oscilações sempre, e aplicar em investimentos mais seguros. Além disso, os estrangeiros que aplicam em mercados emergentes, como o Brasil, vendem seus papéis para cobrir perdas lá fora. Com muita gente querendo vender, ou seja, oferta elevada, os preços dos papéis caem.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
LOCAÇÃO DE IMÓVEIS - OFERTA MÍNIMA
Mercado de locação de imóveis residenciais continua com pequena oferta, o que não é justificável devido ao aquecimento da construção civil, fruto do incentivo do Governo com o Programa Minha Casa, Minha Vida.
Os motivos ainda não foram devidamente percebidos, e se faz necessário aos especialistas do setor uma análise mais apurada para tentar desmitificar o imbróglio, porque sem sombra de dúvidas é isso que tem causado.
Mas, a Caixa Econômica Federal acaba de apresentar uma ferramenta que pode balançar o mercado de locação, que é o Cartão Aluguel, que deverá estar disponível no final do mês em todo País.
Nova modalidade de crédito e também de garantia para os proprietários de imóveis, o cartão vai facilitar as negociações para ambas as partes, digo, Locador e Locatário, evitando assim a obrigatoriedade do Fiador, modalidade contratual muito utilizada, e também da Caução e do Seguro de Fiança Locatício.
Esperamos com esta novidade no mercado, que a oferta venha aumentar, ensejando mais confiança aos proprietários e construtores.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
EVOLUÇÃO DO MERCADO BRASILEIRO
É perceptível o progresso no mercado imobiliário brasileiro, e o Governo Lula contribuiu indiscutivelmente para esse avanço.
Historicamente, nosso habitat apresentava cinco grandes problemas que sempre travavam o desenvolvimento:
- déficit habitacional;
- tentativas do governo em solucionar a questão;
- histórico de favorecimento em relação às classes econômicas mais altas da população;
- favelização;
- mercado imobiliário voltado para a habitação de luxo.
Entretanto, o governo inverteu o foco de investimento no setor, e a baixa renda representa um grande filão econômico, impulsionado pelo programa "Minha Casa, Minha Vida", que terá prosseguimento com o compromisso da nova presidente Dilma Roussef.
Pequenas correções deverão ser feitas nesta segunda etapa do programa, além de efetuar uma maior fiscalização para evitar que aproveitadores de plantão, os famigerados seguidores da "Lei do Gérson", tenham êxito em seus golpes.
Parafraseando Boris Casoy, é chegado o momento do Brasil ser passado a limpo.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
CAMINHO POSSÍVEL PARA CIDADES MAIS JUSTAS
Habitação, um problema crônico nas grandes cidades brasileiras desde o início do século XX, revela a sua magnitude nos períodos de chuvas intensas. No cerne da questão: o processo acelerado de crescimento urbano, renda insuficiente para a maioria da população, acesso restrito à terra urbanizada e políticas públicas ineficazes, seletivas e descontínuas. Resultam em cidades altamente desordenadas, segregadas, excludente, deficientes, cada vez mais conflituosas e inviáveis para o alcance do planejamento urbano adequado.
Metade da população brasileira concentra-se nas grandes cidades (90 milhões nas 35 regiões metropolitanas e metade disso nas dez maiores metrópoles). Aí se situa prioritariamente o déficit habitacional, de cerca de 7,2 milhões de moradias, em contaste, ao índice similar de domicílios vagos, disponíveis. O déficit urbanístico nas ocupações informais é ainda mais grave, chegando-se a situações limites, como Salvador, onde esse índice atinge 60% dos quase três milhões de habitantes, densamente concentrados na capital.
O que se fez e o que fazer diante desse quadro? Desde a década de 30, com as primeiras políticas habitacionais, a produção era dirigida para o trabalhador assalariado, prevendo-se o retorno dos recursos investidos. As conquistas sociais para o atendimento mais universal só vão se institucionalizar a partir da chamada Constituição Cidadã, de 1988, instituindo o direito social à terra e habitação, regulamentados pelo Estatuto da Cidade (2001), que estabeleceu os instrumentos urbanísticos para enfrentar essa realidade.
Com a criação do MCidades (2003), finalmente, depois de mais de duas décadas sem investimentos, são alocados recursos subsidiados para a produção de interesse social. Cria-se uma nova sistemática de gestão, respaldada pelo Fundo Nacional de Habitação, e outros recursos como o PAC, programas de autogestão, arrendamento social, definindo-se uma política de adesão federativa e participativa, por meio de conselhos e planos municipais e estaduais. Apesar desses avanços, os resultados ainda são lentos e pouco efetivos na produção social. Nos últimos quatro anos, na Bahia, o governo do Estado construiu 23 mil habitações, para o déficit estimado de 600 mil, mantido esse ritmo, seriam necessários mais de 100 anos. Na urbanização de favelas os resultados são ainda menos promissores, agravando as situações de risco a cada período chuvoso.
Para o mercado imobiliário formal o impulso ao financiamento, que estava recessivo há mais de 15 anos, trouxe uma expansão mais significativa, no entanto com graves impactos na infraestrutura urbana, insuficiente em Salvador e entorno. Dados da Ademi-BA indicam que foram produzidas cerca de 55 mil unidades. Nos últimos cinco anos, para rendas médias e alta. Já o programa Minha Cada Minha Vida, numa composição mais atrativa para o setor da construção civil, anunciou mais 1 milhão de novas habitações para o Brasil, sendo 40% com subsídios para população com rendas até 3 salários mínimos e o restante para o mercado até 10 salários mínimos.
Para ampliação dessas ações, de forma planejada, indagamos: falta vontade política? A ação coletiva dos movimentos sociais é frágil? O subsídio é inviável? O mercado já se esgotou para os limites atuais de renda? E o desmatamento urbano? Onde vamos construir tantas novas habitações nas grandes cidades já saturadas?
O processo de legalizar a cidade e oportunizar novas habitações ambientalmente sustentáveis é complexo, burocratizado e moroso. Exige investimentos vultosos e diversidade de soluções institucionais que ampliem a descentralização para cidades médias e tragam eficácia da rede urbana. A ampliação da renda e a retomada do planejamento urbano-regional são fundamentais para o enfrentamento dessa ampla problemática habitacional.
Artigo escrito pela arquiteta e professora-doutora da Faculdade de Arquitetura da UFBA, publicado no jornal A Tarde em 23/01/2011.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
FEIRA - CONSIDERAÇÕES DE RENOMADO ARQUITETO
Em entrevista ao jornal Arqtexto, o arquiteto feirense Raimundo Pires expõe algumas problemáticas da nossa Princesa do Sertão, e também suas respectivas soluções.
Começa atingindo a sua própria classe, onde alguns profissionais sem nenhuma criatividade estão transformando a imponente Av. Getúlio Vargas num conjunto de aquários, com a padronização das lojas em um caixão com três paredes e um vidro na frente.
Outro desrespeito com a arquitetura e com a Lei, é o recuo que não é considerado e a falta de estacionamento nos empreendimentos. Mas, eleva o tom das críticas quando é citado o Plano Diretor da cidade, desatualizado, chegando a afirmar que a não prioridade do planejamento é um crime, e que os últimos gestores incorreram em grave erro ao construirem alguns viadutos, a maioria deles sem nenhuma funcionalidade.
Com relação a mobilidade urbana, ele sugere a criação de vias coletoras - ruas largas e contínuas que permitam a circulação de um bairro a outro sem precisar cortar as quatro grandes avenidas, Maria Quitéria, Getúlio Vargas, João Durval e Presidente Dutra. A implantação de ciclovias é outra alternativa para a melhora do trânsito.
E concluindo, ele vê a necessidade premente de construção do pólo logístico, e a transferência urgentíssima do Terminal Rodoviário e do Centro de Abastecimento.
sábado, 15 de janeiro de 2011
FEIRA DESTACA-SE EM PROGRAMA HABITACIONAL
A cidade de Feira de Santana atinge a marca histórica de 7.338 imóveis do "Programa Minha Casa, Minha Vida I", contemplando assim as famílias de baixa renda, comemorou o prefeito Tarcízio Pimenta em entrevista ao jornal Folha do Estado. 'Recentemente, eu vi dados estatísticos que mostram que nossa cidade está se destacando em duas grandes áreas: prestação de serviços e construção civil. Com isso, pode-se dizer que essa avaliação contempla não apenas o município, mas o Estado. Trazendo mais respostas para o programa, entende-se que se amplia o programa naqueles municípios e naqueles estados que encontram respostas.', observa.
Os novos projetos a serem construídos já foram aprovados, e a previsão é que até o final do ano estejam todos prontos. De acordo com Tarcízio, nos próximos dois anos a meta é atingir 15.000 casas, acabando praticamente com o deficit habitacional na cidade, com a habilitação do município no "Programa Minha Casa, Minha Vida II e III".
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
MERCADO CRESCENTE NO INTERIOR
O escritor e economista Armando Avena em sua coluna no jornal A Tarde de sábado, sinaliza os caminhos para os potenciais investidores imobiliários. Vejam o que ele afirma:
Esse ciclo virtuoso de investimentos tem na construção civil um dos seus principais elos, não só em Salvador, mas especialmente nas cidades do interior. Na verdade, o interior da Bahia é a nova fronteira para o mercado imobiliário baiano. Em 2010, mais de 20% dos imóveis lançados na Bahia localizaram-se em Feira de Santana, e o número de lançamentos começa a crescer em outras cidades, como Vitória da Conquista, Barreiras, Luís Eduardo Magalhães, Ilhéus e Itabuna.
Naturalmente, o programa Minha Casa, Minha Vida é quem induz essa localização e mais de 50% dos imóveis do programa foram lançados fora da Região Metropolitana de Salvador.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
VETOR LESTE FEIRENSE - CRESCIMENTO CONDOMINIAL
Visitando a Av. Artêmio Pires, bairro do SIM, é visível a expansão imobiliária, principalmente no que se refere a condomínios horizontais de médio e alto padrão.
Poderia-se chegar a um determinado entendimento com relação a FTC Faculdade de Tecnologia e Ciência, como vitrine para desenvolvimento da região. Mas, não é possível esquecer que o bairro tornou-se moradia classes A e B desde sua fundação, juntamente com a Santa Mônica I e II.
Agora, é de se louvar a iniciativa de determinado empreendimento, que para viabilizar o crescimento das vendas, preparou a terraplenagem para pavimentação asfáltica efetuada pela Prefeitura. Pórem, é necessário que se avalie o espaçamento reduzido da artéria, futuramente um corredor de tráfego de muita importância, evitando assim dificuldades em sua mobilidade.
Há tempos que se prevê naquela região a construção do Centro Administrativo Municipal, projeto do ex-prefeito e ex-governador João Durval, e como seria oportuno no atual momento, aproveitando o boom imobiliário. Alguns não concordam com a idéia de transferir para um bairro afastado do Centro, argumentando sem nenhum sentido que o nosso centro comercial ficaria inviabilizado.
Várias cidades da Bahia optaram por essa concentração administrativa, inclusive a nossa capital é um grande exemplo com o CAB Centro Administrativo da Bahia, que após a sua construção estimulou com auxílio da Av. Paralela o desenvolvimento daquele vetor da cidade.
É isso o que falta nas nossas cidades, gestores comprometidos com o desenvolvimento sustentável, com visão macro, consequentemente com atitudes que engrandeçam dignamente uma administração.
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